quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Voltando de Férias

Ola pessoal, a Player One estava de receso, mas já voltou, em breve mais noticias do mundo dos games.

Com certeza começaremos com review de jogos raros, como Shade de 2004.

Game Start!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Ninja - Shadow of Darkness (PS1)


Ninja - Shadow of Darkness

Um jogo desconhecido e criticado, mas verdadeiramente desafiador!

Para quem não conhece, Ninja - Shadow of Darkness é um jogo no maior estilo Beating Up, com uma grande variedade de inimigos, fases e armadilhas. O jogo foi produzido pela mesma empresa dos antigos Tomb Raiders (desenvolvido pelo pessoal da Core Design) e distribuido pela Eidos em 1998. O jogo não foi muito aceito pelos nipônicos e no ocidente o jogo teve opiniões bem divididas, fazendo dele um jogo bem críticado.


O jogo segue o gênero Beating Up, mas possui muitas armadilhas, transformando ele em um titulo de plataforma também.

Começando pela jogabilidade e levando em consideração sua época, Ninja - SoD é um jogo bem diversificado. Você começa com as mãos limpas, apenas com uma sequência de três socos e três chutes, um golpe para acertar inimigos que estão por trás e uma estrelinha de chutes. O ninja Também terá uma faquinha para acertar a longa distância e no decorrer do jogo você encontrará algumas armas que irão lhe ajudar a arrancar mais vida dos seus inimigos, essas armas variam de espadas até machados. O jogador contará também com dois especiais, que assim como as facas e os golpes (tanto normais quanto as com armas), aumentarão os danos e suas formas de acordo com a quantidade de power ups que você adquirir (no total, quatro).


O ninja contará com dois especiais adicionais para enfrentar a grande variedade de inimigos presentes no jogo.


Além da variedade nas batalhas, você terá que contar com o pulo do ninja para desviar de muitas armadilhas e plataformas que o jogo proporciona. O jogo possui o sistema de vidas e continues (o normal dos Beating Up) e as armadilhas e plataformas concerteza serão seus piores inimigos, apesar de certas batalhas e chefes possuirem uma dificuldade bem dificil também. Mas você não esta sózinho, no final de cada fase, você será levado a uma tenda que serve de loja para um velinho comerciante, onde você poderá comprar com o dinheiro que adquirir nas fases; armas, continues, vidas e outros acessórios que poderão lhe ajudar na aventura.

Você, ao final de cada desafio, será transportado para esta loja onde poderá salvar e comprar itens para lhe ajudar a enfrentar a fase seguinte.

A história, apesar de fraca, sustenta o jogo. No tempo dos antigos impérios, um poderoso imperador fez um pacto para conquistar o mundo e libera um demônio antigo, e agora, este mesmo demônio, com seu terrivel exército, pretende dominar a Terra.


Kurosawa, o personagem principal do jogo.

No decorrer do jogo, você terá também que coletar uma variedade de itens diferentes que se encontram escondidos em baús e em lugares secretos, e que também são deixados por inimigos após derrotados para fazer uma maior pontuação no final. Há também brilhos em certas partes do cenário e paredes secretas, que, após acertadas com as facas do Ninja, revelaram itens escondidos.


Uma grande variedade de inimigos, armadilhas, cenários, itens e armas lhe aguardam neste dificílimo game.

O gráfico, para um jogo de plataforma 3D para o antigo playstation 1 estava acima da média. Movimentações boas e bastante variedades de fases e inimigos, dando mais diferencial ao jogo do que outros Beating ups e jogos de ação da mesma época. O jogo possui bastante objetos (itens, power ups e armas) diferentes, assim como os inimigos e chefes de cada fase e as próprias fases em sí, transformando o jogo em algo menos maçante.


Kurosawa contra o primeiro chefe do game.

O som, por outro lado, já é mais artificial, contendo nas vozes e sons dos personagens, algo simples e mal trabalhado. As musicas, que são um pouco mais diversificada, apesar de adequadas, não são nada inovadoras.


Diversificação no clima do cenário (como raios) e inimigos irão tentar lhe impedir de chegar ao final de cada fase.

Em geral, Ninja - Shadow of Darkness é um jogo que, apesar de muito criticado, vale a pena ser conferido, graças a variação de cenários, inimigos, itens, armas, etc... e sua grande dificuldade, que pode proporcionar um bom desafio para quem gosta de jogos de plataforma mais dificeis.


segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Full Throttle (PC)


Full Throttle

A Lucas Arts é muito conhecida no mundo do enterteirimento por suas inovaçoes, como os filmes do Star Wars e Indiana Jones provaram. No mundo dos games acontece a mesma coisa. A Lucas Arts inovou o mundo dos games em 1º pessoa quando lançou o game Star Wars - Dark Forces e fez a mesma coisa com os Adventures, quando lançou o famoso Full Throttle em 1995.


Adventure é uma marca registrada da Lucas Arts.

O gênero Adventure é quase uma marca registrada da empresa nos anos 90, onde ela lançou também o famoso Grim Fandango e o Indiana Jones and the Fate of Atlantis, jogos que marcaram muito a época.

O jogo possuia uma mistura de gráfico 3D com 2D, tanto para personagens quanto para o cenário. A mistura ficou ótima, possuindo (para época) um dos gráficos mais inovadores e bem feitos.


As brigas de motos possuem a mistura de gráfico 2D (personagens) com 3D (motos e cenário).

Além disso, outro aspecto que também é famoso da empresa, são as grandes histórias. O jogo possui um verdadeiro clima de mistério e ação na dose certa. No futuro, depois da aparência dos Hovercrafts (que fazem os veículos flutuarem e não precisarem de rodas) poucas empresas continuaram a fabricar motos com rodas, e agora, graças a uma poderosa e rica conspiração, a empresa Corley Motors (a única do continente norte americano a fabricar motos) pode acabar, e cabe a gangue de motoqueiros dos "Polecats" impedir este acontecimento.


Interagir com os perosnagens para adquirir informações e resolver os puzzles são essenciais no jogo.

Você controla Ben, o lider da gangue dos Polecats, que sem duvida, é um dos personagens fictícios mas originais já inventado. Com seu jeito sério e sarcástico, ele deve livrar sua gangue de um crime que não cometeram e salvar a Corley Motors, passando a herança para o verdadeiro herdeiro, Maureen, a filha do dono que morreu pelas mãos de Ripburger, um empresário que fará de tudo para conquistar a herança da Corley e transformalo em uma fábrica de Minivans, acabando com as motos no país.


Ben, o protagonista do jogo.

O som é outro aspecto que foi bem introduzido no jogo. As vozes dos personagens ficaram perfeitas, combinando ao máximo com cada um deles e as musicas ficaram arrasadoras, lembrando o Heavy Metal dos anos 80,que tem tudo a ver com a história.

A jogabilidade é muito original. Você terá que interagir com personagens, conversando e adquirindo informações, com objetos, quebrando e resolvendo puzzles e até andando de moto e batendo nas gangues rivais que querem impedir os Polecats de chegar a seu objetivo.


Revise todos os objetos do cenário para seguir adiante no jogo.

Uma incrível história, uma jogabilidade inovadora, um gráfico arrasador e um som de arrebentar fazem parte deste incrível game, que faz de Full Throttle um dos titulos mais bem feitos da época com extremo mérito.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Outcast (PC)


Outcast

O Adventure que marcou época.

Sem dúvida, um jogo que é muito lembrado pelos fãs de adventures no PC é o Outcast, produzido em 1999 pela Appel e distribuída pela antiga infogrames.


O jogo, apesar de antigo, é considerado um dos melhores e muito a frente de sua época. Além de ser um jogo muito diversificado, interativo e divertido também é bem produzido, mostrando que seu ano de criação atravessa barreiras e ultrapassa games de adventures até hoje.




Cada um dos 5 mundos possui seu próprio ecosistema, deixando o jogo bem diversificado e cheio de áreas para explorar.


O game possui, talvez não o melhor gráfico da época, mas um dos mais bem trabalhados e bem detalhados da sua geração. O som é épico, dando a sensação de estar vivendo um filme que possui uma grande história, e é exatamente o que acontece em Outcast. Dirigido por Bruno Bonnel (que dirigiu jogos como Alone in the Dark The New Nightmare), você controla Cutter Slade, um soldado naval que foi chamado para entrar em uma aventura única, onde uma sonda mandada pelo governo para outra dimensão entra em curto e o herói tem que viajar a essa dimensão e reparar a sonda danifica antes que ela colida os dois mundos. Mais três personagens o acompanharam para a outra dimensão, sendo eles: Willian Kauffmann, Anthony Xue e Marion Wolf.




Uma história épica lhe aguarda nesta incrível aventura.


A história é totalmente interativa com o jogo, possui um grande enredo e um mundo inteiro a se explorar. Conforme o jogo corre, muitos fatos acontecem, revelando grandes acontecimentos no jogo. Mais adiante, Cutter descobre que um dos seus companheiros esta envolvido na ditadura que anda acontecendo nesta dimensão e que ele é o Ulukai, o suposto salvador deste mundo.




Varias Daookas (portais) estão escondidos no mundo. Acheos para alcançar novas regiões.

A jogabilidade do jogo é simplesmente ótima. Até os dias de hoje, levando ainda em consideração que é um jogo de 1999, ele foi totalmente inovador. Além de atirar na tradicional camera em terceira pessoa, que é a camera mais usada nos games de Adventure, ele ainda contava com um sistema em primeira pessoa, na qual mostrava a arma e a mira laser.



Além da ação inovadora, você poderá aumentar o level de suas armas para que elas façam mais danos, e comprar itens de mercadores que lhe ajudaram a completar o jogo.


O jogo foi desenvolvido com um sistema muito a frente de seus rivais, garantindo muito destaque em revistas e sites de gams da época.
O Adventure era único em seu aspecto de jogo também. Eram 5 dimensões enormes a serem exploradas. Todas com seus habitantes e seus "quests" a serem resolvidos.



Converse com os cidadões para fazer objetivos secundarios e adquirir mais informações que possam lhe ajudar a completar o jogo.

O game é simplesmente um dos melhores adventures. Não importa o gosto e nem a época, se você é um player, então é obrigação você jogar este game.




Ainda por cima, cada cenário possuirá muitos perigos, como animais perigosos e armadilhas.


Saiba Mais: Hoje em dia o jogo possui dois patchs para serem usados e corrigir os bugs que acontecem no Windows XP. Se você não sabe inglês, a revista CD EXPERT lançou o jogo com legendas em português para um melhor entendimento do público que não domina a lingua original.


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Indiana Jones Greatest Adventure (Snes)


Indiana Jones Greatest Adventures

Indiana Jones - Trilogy, mais conhecido como Indiana Jones Greatest Adventures (seu nome original) é o jogo da mesma serie dos filmes antigos do famoso arqueólogo vivenciado por Harrison Ford. Desenvolvida pela Factor 5 e destribuida pela JVC Digital Studios, o jogo foi lançado em 1994 e fez grande susseso.



Harrison Ford volta mais uma vez para vivenciar as mesmas aventuras antigas.

Você terá que atravesar as três aventuras originais dos filmes, que também ganharam títulos separados no antigo Nintendinho. Todas as três aventuras foram compiladas neste game (como o próprio nome ja diz), sendo as histórias: Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, Indiana Jones e o Templo da Destruição e Indiana Jones A Ultima Cruzada.




Tela inicial do clássico jogo de Super Nintendo desenvolvida pela Factor 5.

O gráfico do jogo é sem dúvida um dos mais bem detalhados já feitos para o Snes. O Indi ficou com bons detalhes, como sua jaqueta e seus movimentos de ataques, que ficaram com animações fora do comum para a época. Os cenários ficaram muito bem feitos também, mas o grande crédito vai para as armadilhas, que além de serem fiéis ao filme, ficaram bem feitas e desafiadoras, com detalhes bem feitos levando em consideração a época e o console. Os inimigos, apesar de serem bem feitos gráficamente, possuiem uma movimentação fraca, e grande parte é simplesmente estúpida (alguns nem se viram para acertar o Jones).




Os gráficos ficaram muito bem desenvolvido, contendo sprites bem modelados e animados, assim como os cenários.

O som, apesar de ser fiél aos filmes, ficou mal trabalhado. Em certos momentos a música ficou tão mal trabalhada que parece um disco riscado repetindo a mesma faixa. Os únicos sons que merecem destaque mesmo são os dos tiros, do chicote e dos socos.




Indiana Jones e seu famoso chicote.

O jogo, além de divertido, é muito desafiador. Cada fase possui duas partes, a primeira você controla normalmente o herói, em um ambiente 2D, na qual só se pode andar para frente e para trás, tendo que desviar de armadilhas mortais e encontrar as famosas armas, como o revólver ou o chicote do Indi. Você terá que desviar pulando, acertando, ou rolando para evitar ataques e contra-atacar seus inimigos. Já a segunda parte, também ocorre em um ambiente 2D, mas a tela vai seguindo para frente, ou para cima e você tem que ir acompanhando, desviando com reflexos rápidos para não ficar para trás e morrer.




Pule, role, atire, bata, corra... Faça de tudo para sobreviver até o final.

O objetivo do jogo, além de atravesar cada fase e chegar no final da história, você terá que coletar artefatos para fazer uma maior pontuação. O jogo conta com o sistema de password, caso você pare de jogar, ou perca todas as suas vidas.




O jogo segue o velho sistema de password para recarregar as fases.

A história contida no jogo é totalmente fiél aos filmes, fazendo você ter que passar por todas as antigas histórias dos filmes do Spielberg.
O jogo é muito bom, recomendado não apenas para os fãs, mas também para todos que gostam de jogos de plataforma 2D com muito desafio.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Commandos



Commandos é uma série mundialmente conhecida em todo mundo por ser um dos jogos de estratégia em tempo-real mais inteligentes e bem equilibrado para PC, PS2 e Xbox. O jogo é uma estratégia diferente, na qual, em vez de ficar construindo exércitos e edificações, você joga com uma certa quantidade de homens, cada um com suas habilidades natas, podendo realizar tarefas que seus outros parceiros não podem realizar.

Acompanhe agora a evolução dos jogos da serie até os tempos atuais.

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Commandos: Behind Enemy Lines

O primeiro commandos, desenvolvido pela Pyro Studios, foi lançado em 31 de julho de 1998. O jogo estourou, sendo a estratégia mais inteligente e diferenciada que alguém já poderia ter jogado na época.

O gráfico do jogo é em grande parte 2D. O jogo se passa na 2º guerra mundial, você controla 6 homens diferentes, cada um com suas habilidades. O jogo possui 20 grandes missões, e todas são muito bem produzidas, lhe dando mais de uma oportunidade de chegar ao fim delas.



O jogo é uma estratégia totalmente inteligente.


O melhor caminho para se completar cada missão no jogo é o silencioso, fazendo uma estratégia inteligente para chegar até o final dela, se escondendo dentro de casas e barrancos, avançando pouco a pouco. Além disso, o jogo é bem equilibrado, aumentando o desafio a cada missão que
você passa.



Se esconda dentro das edificações para não ser descoberto.

Commandos: Behind Enemy Lines é diversão e desafio na certa e foi o pioneiro
para o lançamento de outros grandes game de seu mesmo gênero.

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Commandos: Beyond the Call of Duty

Commandos: Beyond the Call of Duty é o pacote de expanção com 10 novas
missãoes do primeiro commandos lançado em 1999.



O jogo não possui nenhuma inovação Gráfica.

O jogo em sí não possui muitos aprimoramentos. O gráfico não teve nenhuma melhora significativa, já a jogabilidade ganhou algumas poucas inovações, como a capacidade de jogar pedras ou cigarros para distrair o inimigo. O jogo também possuia mais uma nova personagem jogável em uma das missões, também contendo suas próprias habilidades.



Mais um personagem vem ajudar a mudar o curso da 2º Guerra Mundial.

A história segue a mesma, a unidade especial dos commandos em missões secretas para mudar o curso da 2º guerra mundial. Assim como o primeiro, o jogo possui fatos históricos reais da grande guerra com uma certa mistura fictícia, como as missões e personagens.

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Commandos 2: Man of Courage

Commandos só voltou a aparecer 2 depois de seus predecessores e apareceu com muitas inovações, pela mesma produtora, a Pyro Studios. Primeiro, o gráfico passou a ser totalmente 3D, mas a tela continuou a mesma, a visão de cima, como se fosse filmado de um helicóptero.



O gráfico passou do 2D para 3D.

A jogabilidade se expandiu imesamente, lhe dando centenas de oportunidades diferentes para acabar cada missão. Muitos itens e equipamentos novos foram adicionados.



Muito mais diversificação foi adicionado ao jogo.

Outra inovação, é que as casas na qual o jogador entra para se esconder agora podem ser vistas do lado de dentro (nos primeiros Commandos você só mandava ele se esconder, sem poder se locomover dentro da casa). Isso dá mais diversificação ao jogo, sendo que agora você pode entrar por uma porta, e sair por outra, ou até mesmo pelas janelas para passar mais despercebido pelos soldados nazistas.



Os cenários são autênticos aos da 2º Guerra.

Commandos 2 estourou, apesar de ter muitas inovações, ele seguiu o mesmo ritimo de seus anteriores, mantendo a inteligência e a tática como seu ponto forte, transformando ele em um jogo inteligente e desafiador, apesar de ser considerado mais fácil que os dois primeiros.

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Commandos 3: Destination Berlin

Commandos 3: Destination Berlin é considerado um outro título da série, mas ele é mais um pacote de expanção como o Beyond the Call of Duty, já que o jogo em si só trás algumas melhoras gráficas pouco significativas e nada inovador quanto a jogabilidade. O game em sí possui uns gráficos de animação mais destrutivos e bem feito, mas nada mais que isso.



O destino agora é Berlin para a elite Commandos.

Apesar de pouco inovador, o jogo continua sendo muito divertido, e com certeza, não apenas para os fãs da série, mas como também para quem gosta de estratégia, o jogo será o remédio certo.O jogo saiu em 2003 e segue com mais missões em 4 campanhas trazendo os mais conhecidos dos commandos, mas deixando outros de fora.



Tenha cuidado, a melhor arma neste jogo é o silêncio.


Commandos 3: Destination Berlin, apesar de ser um exelente título, foi o que menos chamou atenção do público e dos fãs.

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Commandos: Strike Force

No último titulo da série, a Pyro reslveu inovar geral, tirando a tradicional estratégia em tempo real, controlando os commandos com a visão de cima e transformando-o em um jogo de estratégia e ação em primeira pessoa.

Desenvolvido em 2006, para os fãs da série, apesar de ter mudado seu gênero ele continuou
sendo um grande game, mas muitos não gostaram da idéia de tirarem o tradicional estilo dos antigos commandos para uma ação em primeira pessoa.



O jogo se tornou uma estratégia e ação em 1º Pessoa.

Graficamente o jogo é mediano, contendo poucos detalhes nos soldados inimigos, mas o cenário ficou razoável, assim como os veículos e edificações.



Faltou detalhes nos gráficos.

O jogo passou a ser mais ação, fazendo o jogador contar agora com uma boa mira, mas o jogo ainda segue o ramo da estratégia. Apesar de você ser livre para atirar, o jogo ainda segue a tática e a inteligência para se obter melhores resultados durante o jogo.

A história continua fiél ao que era os outros commandos, mas agora você controla apenas três personagens, e todos eles são personagens novos. Assim como seus predecesores, cada um dos 3 Commandos terão seus atributos. Haverá o espião, que podera se disfarçar e dar ordens aos soldados inimigos, o Sniper, que poderá atirar de longe com mais precisão com seu rifle e o Boina verde, que será o melhor em batalhas onde envolve muitos tiros.



Como sempre, a estratégia em primeiro lugar.

Apesar de ter mudado muita coisa neste ultimo jogo da serie, Commandos: Strike Force continua sendo um jogo onde a inteligência fala mais alto, e assim como os anteriores, ele lhe dará muitas oportunidades para terminar a missão com estratégias diferentes.
Um jogo muito recomendado para os fãs de ação e estratégia, na qual, sair mandando bala, nem sempre é a melhor opção.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Apetrechos (PS1 e PS2): Lightguns

Nesta seção, você acompanhará o controle em formato de pistola para as versões do Playstation 1 e 2.

Tipos de Light Gun:

Guncon 1: Jogos de Playstation 1 e alguns jogos de playstation 2
Possui o botãode tiro, e os botões "A" e "B"

Guncon 2: Jogos de playstation 2
Possui os bostões "A" "B" e "C", direcional, Start, Select e o botão de tiro

Normal: Jogos de playstation 1 que não aceitam Guncon 1 (geralmente os feitos por empresas que não são da Nanco, como a Konami e etc...)
Possui dois botões mais o de tiro.

Multifincionais: Tem os 3 tipos descritos acima e todos os botões dos 3 e + o botão de seleção de funções (guncon1, 2 ou normal) , ex: GunMan, Gunner, etc...


2 Modelos de Pistolas Multifuncionais.

Problemas que podem acontecer:

A mira não esta regulada:
Isso é normal, quem deve regular é você toda vez que for jogar. Va nas opções do jogo e procure por GUNCON ou LIGHT GUN Calibration e mire certinho no centro da tela e atire (aproxime-se o maximo possivel da TV se quiser). Depois aperte o botão "B" (em alguns games é "A") da sua light gun e pronto.

O jogo pauseia sózinho:
Isso pode ser por que o controle não esta bem encaixado. Lembrese que nos jogos de playstation 2 sua Light gun tem que ter o cabo USB (geralmente acompanhado da pistola), a conexção do controle e o imput amarelo colocado junto ao imput da entrada de video do seu PS2. Se não der é por que sua Light gun esta com mal contato no fio.


Guncon 2, a Light Gun mais famosa, Produzida pela Nanco.

Jogos de Light Gun compatíveis para playstation 1 e playstation 2:

Playstation 1

Time Crisis 1 (Nanco)
Time Crisis Project Titan (Nanco)
Gun Fighter Legend of Jessie James
Resident Evil Survivor (Capcom)
Point Blank 1 (Nanco)
Point Blank 2 (Nanco)
Point Blank 3 (Nanco)
Crypt Killer (Konami)
Die Hard Trilogy 1
Die Hard Trilogy 2
Letal Enforcers 1 e 2 (Konami)
Maximum
Area 51 (Akclain)
Ghuol Panic (Nanco)
Moorhun séries
Rescue Shot (Nanco)
Elemental gearbot
Judge Dredd
Project Horned Owl (Sony computer enterteirement)



Time Crisis é a série mais famosa de Light gun que tem continuidade até hoje, feita pela Nanco.

Playstation 2:

Time Crisis 2 (Nanco)
Time Crisis 3 (Nanco)
Time Crisis Crises Zone (Nanco)
Resident Evil Code Veronica (Capcom)
Resident Evil Dead Aim (Capcom)
Dino Stalker (aka Dino Crisis Gun Survivor) (Capcom)
Virtua Cop Elite Edition (aka Rebirth) (Sega)
Starky e Hutch
Gun Fighter 2 Revenge of Jessie James
Ninja Assault
Endgame
Death Crimson OX+
Vampire Night
Police 24/7 (Sony Computer Enterteirement)



Virtua Cop é um dos jogos com melhor resposta quando se trata de Light Guns, produzida pela Sega.

Obs: Se você procura um bom jogo cooperativo recomendamos o Starky e hutch (Ps2). Nele, um jogador pode controlar o carro com um volante, enquanto o outro atira com a Light gun.